Arquivo de Dezembro, 2010

Radiografia 2010.

O balanço do ano feito pela Rádio Renascença. Multimédia. Aqui.


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Dar voltas à tradição.

Grande reportagem sobre mulheres ciganas.

Trabalho final para a disciplina de Ateliês de Jornalismo, vertente Rádio.

Aqui.

Tendências para 2011.

“2. Muitos média com conteúdos medíocres não resistirão a fazer-se pagar por eles, como se fosse possível enganar os utilizadores. Perderão em influência e em publicidade.

4. A continuada redução do tamanho das redacções fará surgir projectos jornalísticos de nicho e hiperlocais que, em última instância, ameaçarão a sobrevivência dos próprios média tradicionais.

5. Os conteúdos jornalísticos de qualidade continuarão a ser a tábua de salvação dos média. Quem não for capaz de os produzir, e continuar a insistir no marketing pelo marketing, afundar-se-á muito depressa.

7. O vídeo continuará a sua escalada como o conteúdo mais procurado pelos utilizadores. Os média terão de saber lidar com esta tendência e preparar conteúdos na área, recorrendo a profissionais especializados, se é que ainda os não têm.

9. A venda de produtos e serviços poderá ser uma das principais actividades dos média durante o próximo ano. Mais do que simples conteúdo noticioso, os utilizadores querem informação útil às suas vidas e estão dispostos a pagar por isso.”

Podem ver os pontos todos do professor António Granado no Ponto Média. Também publicado na Meios & Publicidade.

“Neste Natal, eu queria…”

“Na ala de Pediatria do Hospital Dona Estefânia, os desejos normais de todas as crianças misturam-se com outras prioridades.”

“Neste Natal, eu queria…” – Os desejos das crianças hospitalizadas. Reportagem de Catarina Santos, para “ouvir” na Rádio Renascença.

RFM vi.

http://vi.rfm.pt/

“Vê o que ouves”… vamos lá ver.

Jornal “Invicta”.

Jornal totalmente elaborado por mim, dos conteúdos à paginação.

Trabalho final individual para a disciplina de Ateliês de Jornalismo, vertente Imprensa.

Aqui (ou no Issuu).

“Menos jornalistas significa menos liberdade de imprensa”.

Liberdade de imprensa diminui com “proletarização e subproletarização” do sector

““Isto não vem dar uma estocada final no jornalismo mas vem dar uma estocada forte na possibilidade de um jornalismo em sentido pleno”, disse José Azeredo Lopes aos jornalistas no final de uma audição dos conselheiros da ERC no Parlamento, em sede de Comissão de Ética.

(…)
A “relativa concentração de meios” em Portugal, que pode até trazer sinais “interessantes”, acaba contudo por se reduzir numa “redução de efectivos” em prol da mobilidade jornalística que “pode ser condicionadora” da prática da profissão.

(…)
A junção destes factores origina a “impossibilidade” dos órgãos de comunicação de financiarem dimensões do seu âmbito que eram normais em tempos, “como o jornalismo de investigação”, e implica ainda a “necessária”, reconhece Azeredo Lopes, “imposição de condições salariais ou de outra natureza” que acabam por “empurrar” o “jornalismo em termos sociais e económicos” para a subproletarização.”

Declarações do Presidente da ERC no Público.pt.