Avaliar as consequências.

“O jornalista não é um mensageiro, ou não é apenas um mensageiro. Se o fosse, seria não um jornalista mas um correio que entrega a um destinatário uma mensagem de outrem, na qual não lhe cabe interferir. Bem sei que muitos jornalistas prestam-se a esse papel mas o jornalista constrói realidades, não se limita a reproduzi-las. Selecciona acontecimentos, enquadra-os e dá-lhes um determinado enfoque. As teorias do “espelho” que apresentavam as notícias como o espelho da realidade estão há muito ultrapassadas.”

Estrela Serrano, O “pequeno Leandro” e o jornalista imprevidente

Sobre a opinião.

“Dos três itens, o mais sensível é o segundo, que trata do descompromisso com teorias e versões. Transmitir informações, interpretá-las sem comprometer-se, preservando, ao mesmo tempo, os valores e crenças individuais, é um exercício de uso da terceira pessoa que envolve treinamento e competência crítica. No entanto, ainda o estuprador, o celerado, o pedófilo, um serial killer, um imperador como Nero ou um ditador como Adolf Hitler devem ter as suas razões expostas, porque jornais se escrevem para seu tempo e para a História.

Mesmo a opinião manifesta, que é mais rara e cada vez menos relevante no jornalismo moderno, deve contentar-se em ser expressão de um sentimento colectivo, e não do viés pessoal do jornalista que a formula.

Nilson Lage, A Reportagem

A crise bateu à porta.

A crise bateu à porta. Reportagem de Catarina Pereira e fotografia de Cláudia Lima da Costa, na TVI24.pt.

Serralves: “Às Artes, Cidadãos” dá uma lição de cidadania e activismo.

Por Aline Flor – jpn@icicom.up.pt
Publicado: 19.11.2010 | 15:36 (GMT)

Aqui (ou no JPN).

Jornadas de Avaliação de Ciências da Comunicação.

“Num momento em que se comemoram os 10 Anos da Licenciatura, este encontro entre estudantes e docentes permitirá
analisar e reflectir em conjunto sobre a situação actual e aquilo que pretendemos que seja o nosso curso no futuro  próximo, por forma a adquirir uma maior relevância nacional e internacional.”

O site oficial e o evento no Facebook.

Os Media da UP.

“Dentro da Universidade do Porto procura-se informar e apresentar diferentes conteúdos em diferentes plataformas.
O JPR foi conhecer os vários média produzidos por estudantes da UP. Como forma de fugir à rotina académica, a diversidade de programas e olhares sobre o futuro marcam a identidade de cada meio.

Os Media da UP. Reportagem de Catarina Leite e Natacha Cunha, para ouvir na JPR.

Cobertura do II Congresso Internacional de Ciberjornalismo.

Pôde ser acompanhada em:

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